O governo etíope garantiu neste sábado em um comunicado enviado à AFP que, junto com a União Africana (UA) e as autoridades somalis, tomou todas as medidas necessárias para evitar um vácuo de segurança na Somália depois que suas tropas voltarem para casa.

"Com base no acordo de Djibuti (entre os partidos somalis), no final de 2008, tomamos a decisão de retirar nossas forças de defesa", lembra o comunicado do ministério etíope das Relações Exteriores.

"As medidas necessárias foram tomadas para evitar um vácuo de segurança, que poderia levar à situção anterior de anarquia", acrescenta o texto, anunciando a "confirmação" de reforços da AMISOM (missão da União Africana na Somália).

"Para evitar esta possibilidade, os lídres da AMISOM, o exército do governo federal somali de transição e as forças de defesa etíopes presentes em Mogadíscio se reuniram em Adis-Abeba para analisar a situação e traçar os planos" de retirada.

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