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Estudo diz que 90% das crianças diabéticas não têm enfermaria no colégio

Roma, 8 set (EFE) - Cerca de 90% das crianças diabéticas do mundo freqüentam colégios onde não há enfermaria para ajudar a vigiar sua doença e controlar o tratamento, segundo um estudo do laboratório Novo Nordisk e da Sociedade Internacional para a Diabetes Pediátrica e do Adolescente (Ispad) apresentado hoje em Roma.

EFE |

O secretário-geral da Ispad, o cientista alemão Thomas Danne, afirmou em seu discurso que "a situação das crianças com diabetes nos colégios é inaceitável", já que a falta de apoio faz com que corram riscos "graves e que ameaçam sua vida".

Danne se utilizou de outros dados derivados da pesquisa, como o fato de que seis em cada dez crianças não seguem o tratamento nem os controles adequados quando estão no colégio e de que 40% faltam a aula pelo menos uma vez ao mês.

A pesquisa apresentada aponta, além disso, que os alunos com diabetes abandonam os estudos antes dos que não têm esta doença.

Jovens diabéticos também discursaram durante a apresentação do estudo e contaram as dificuldades que tinham quando iam ao colégio por causa da falta de apoio e da ignorância dos professores e dos funcionários que desconhecem como se deve tratar as crianças que este problema.

Perante esta situação, tanto os doentes como alguns professores e pais reivindicaram uma melhor educação para os docentes para aprenderem como reagir quando o aluno tem um problema ou, sobretudo, quando as crianças são pequenas e não sabem aplicar bem o tratamento.

Outro aspecto fundamental, como ressaltou a maioria dos conferentes, é sensibilizar o sistema educacional para que as crianças diabéticas não se sintam incomodadas ou isoladas na aula, já que um terço delas assegura que a doença limita sua vida social e as relações com seus companheiros. EFE ddt/bm/db

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