Estudo britânico revela os perigos de dirigir de ressaca

(embargada até as 22h01 de Brasília) Londres, 30 nov (EFE) - Dirigir de ressaca é quatro vezes mais perigoso do que conduzir sóbrio, segundo um estudo da Universidade de Brunel, em Londres, que constata que, após uma noite de festa, é melhor não se sentar ao volante, mesmo que esteja-se dentro dos limites legais de nível de álcool no sangue. A pesquisa, desenvolvida por encomenda da seguradora RSA, revela que, embora os níveis de alcoolemia sejam muito baixos ou inexistentes, a pessoa que bebeu muito nas últimas 12 horas não dirige em plena posse das faculdades. As poucas horas de sono, o baixo nível de açúcar no sangue e a desidratação resultante do álcool têm o efeito de transformar um motorista de ressaca em um perigo quase tão grande quanto um condutor bêbado. Os autores do estudo escolheram um grupo de estudantes, que primeiramente foram avaliados ao volante em condições normais e, depois, de ressaca. Para isso, utilizaram um simulador e ficou evidente que, ao dirigirem de ressaca, eles conduziam a uma velocidade maior, saíam mais vezes de sua faixa e cometiam o dobro de infrações, ignorando sinais vermelhos, por exemplo. Em um circuito urbano de oito quilômetros, enquanto estavam sóbrios, eles conduziram a uma velocidade média de 52,45 km/h, enquanto ao estarem de ressaca chegaram a uma média de 67,09 km/h. Na primeira avaliação, eles ultrapassaram o limite de velocidade durante 6,3% do trajeto e cometeram 3,9 infrações, enquanto de ressa...

EFE |

"É como se estivessem nas nuvens e pensando: 'tenho que chegar ao trabalho, irei o mais rápido possível para tomar o Alka-Seltzer (remédio contra dor de cabeça) e poder me sentir melhor'", explicou Johnson.

Ele convidou as empresas, às vésperas das festas de Natal, a contratar serviços de transporte para o dia seguinte das comemorações. EFE fpb/ab/db

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