Estudante encontrada morta em Yale foi asfixiada, diz perícia

NEW HAVEN - A estudante Annie Marie Le, cujo corpo foi encontrado em um laboratório da Universidade de Yale no último domingo, morreu por asfixia traumática causada por compressão do pescoço, segundo informou nesta quarta-feira o escritório do Dr. Wayne Carver. O médico já havia revelado se tratar de um caso de homicídio.

Redação com agências internacionais |

AP
Annie Le, em foto sem data divulgada pela polícia
Annie Le, em foto sem data
divulgada pela polícia

Annie Marie Le, de 24 anos e origem asiática, desapareceu na terça-feira da semana passada. O corpo da estudante foi encontrado no domingo, mesmo dia em que se casaria com Jonathan Widawsky, um estudante de pós-graduação da Universidade de Columbia.

Segundo a polícia, quando foi encontrado o corpo estava atrás de uma parede, em meio a tubulações e cabos do porão de um laboratório de biologia molecular da universidade.

Investigação

Também nesta quarta-feira, a polícia do Estado americano de Connecticut, onde fica a Universidade de Yale, libertou o técnico de laboratório detido como principal suspeito do assassinato da estudante.

Joe Avery, porta-voz da polícia, disse que os exames feitos com amostras de DNA de Raymond Clark e da vítima demonstraram que o técnico, a princípio, não teve nenhuma ligação com o crime.

No entanto, a polícia continua considerando Clark uma "pessoa de interesse" para o caso. O técnico, que tinha arranhões no corpo, foi solto nesta madrugada, depois de ter sido detido na terça-feira, em seu apartamento.

(Com informações da AP)

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