Especialista da OIE reitera que gripe não tem origem nos porcos

Assunção, 30 abr (EFE).- O representante para as Américas da Organização Internacional de Saúde Animal (OIE), Luis Osvaldo Barcos, assegurou hoje que não há evidência absoluta de que o porco transmita o vírus A/H1N1 da gripe suína.

EFE |

Barcos lamentou, por isso, que a Organização Mundial da Saúde (OMS) siga chamando com esse nome a doença, que causou mortes em Estados Unidos e México, e chegou a vários países da Europa.

"Apesar de as organizações mundiais estarem de acordo, a OMS não decidiu mudar o nome", questionou o especialista.

"Não há evidência absoluta de que um ser humano tenha sido infectado por um porco", disse Barcos, ao assegurar que na OMS e na OIE isso também não foi constatado.

As declarações de Barcos, que se encontra em Assunção para uma reunião internacional, se somam a um pedido feito hoje em Paris pela OIE para que não se sacrifique porcos e para que o nome da doença seja alterado.

"A OIE adverte a seus membros que o sacrifício de porcos não ajudará a proteger as pessoas ou os animais sobre os riscos deste novo vírus da gripe", diz a entidade. EFE lb/rr

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