Espanhola libertada pela Al Qaeda na África diz que reféns estão bem

Barcelona, 10 mar (EFE).- A trabalhadora humanitária espanhola Alicia Gámez, que passou 100 dias como refém da Al Qaeda no norte da África, afirmou que seus colegas Albert Vilalta e Roque Pascual, que continuam sequestrados, estão bem e foram tratados com respeito no cativeiro.

EFE |

Gámez foi sequestrada em 29 de novembro na Mauritânia junto com Vilalta e Pascual. Ele foi libertada hoje no norte do Mali e já chegou a Barcelona, na Espanha, em um avião militar com a companhia de um irmão e da secretária de Cooperação do Governo espanhol, Soraya Rodríguez.

Com boa aparência, Gámez leu uma declaração ao descer do avião na qual relatou que seus sequestradores a trataram bem, "dentro das limitações próprias do deserto".

Gámez agradeceu ao Governo espanhol pelo "trabalho realizado e o que vai continuar realizando" até a libertação de seus companheiros.

A trabalhadora humanitária foi recebida no aeroporto de Barcelona por uma multidão de familiares e amigos, assim como por diversas autoridades.

Hoje de manhã, a primeira vice-presidente do Governo espanhol, María Teresa Fernández de la Vega, assegurou que não houve pagamento de resgate pela libertação de Gámez, que foi sequestrada na Mauritânia pelo braço da Al Qaeda na região do Magrebe.

Segundo Fernández de la Vega, a libertação de Gámez foi o resultado de um trabalho de meses realizado pelos serviços diplomáticos e de inteligência da Espanha, assim como da cooperação internacional de outros países da região. EFE gb/bba

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