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Espanha diz que número de brasileiros não aceitos em Madri caiu

Brasília, 17 nov (EFE).- O número de cidadãos brasileiros não aceitos no aeroporto de Barajas, em Madri, caiu sensivelmente, e nos últimos seis meses foi inferior a 900, afirmaram hoje fontes da embaixada espanhola em Brasília.

EFE |

Nos primeiros três meses do ano, os brasileiros rechaçados no aeroporto da capital espanhola foram 1.263, o que gerou alerta entre as autoridades de Brasília, que adotaram "medidas de reciprocidade" e endureceram as condições para a entrada dos espanhóis no Brasil.

O mal-estar foi superado após uma reunião de autoridades migratórias dos dois países em abril passado em Madri, na qual foram firmadas novas bases de colaboração e controle que mostraram sua efetividade durante os últimos seis meses.

A responsável pelas relações com a imprensa da Embaixada da Espanha em Brasília, Carmen Batres, explicou à Agência Efe que desde a entrada em vigor desses acordos o número de brasileiros não admitidos em Barajas caiu de forma sensível, para "satisfação" de ambos os Governos.

Segundo ela, nos pouco mais de 800 casos de pessoas rechaçadas desde abril, se deveu a que não cumpriam alguns dos requisitos estabelecidos pela União Européia (UE) para o ingresso ao chamado Espaço Schengen, que regula a entrada de cidadãos de fora do bloco.

Segundo dados divulgados hoje em Madri, o número de estrangeiros que tiveram acesso negado nos primeiros nove meses de 2008 no aeroporto de Barajas caiu 25% em relação ao mesmo período do ano anterior.

A lista por países foi liderada por cidadãos de Brasil (mais de 2.100), seguidos por naturais de Paraguai (1.300), Venezuela (900), Honduras (750), Argentina (700) e Nicarágua (600).

Segundo cálculos oficiais, a cada ano viaja para Espanha uma média de 250 mil brasileiros. EFE ed/rr

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