TUCUMÁN, Argentina (Reuters) - Os países da União de Nações Sul-Americanas (Unasul) ainda não chegaram a um consenso para eleger o secretário-executivo do grupo, disse na terça-feira o chanceler chileno, Alejandre Foxley. Entre os candidatos possíveis, estão o boliviano Pablo Solon e o ex-presidente argentino Néstor Kirchner.

'Estamos em um período pleno de consultas para a designação do secretário-executivo da Unasul.' Não surgiu ainda um que tenha o consenso de todos os países', disse Foxley a jornalistas durante a 35a cúpula dos presidentes do Mercosul, na Província argentina de Tucumán.

A saída do ex-presidente equatoriano Rodrigo Borja do cargo de secretário-executivo da Unasul foi um revés para o bloco, mas Foxley adiantou que há projetos em curso e que, em outubro, ocorrerá a primeira cúpula no Chile.

A Unasur espera converter-se na maior instância diplomática do continente, que enfrenta fortes disputas entre países aliados dos Estados Unidos, como a Colômbia, e seus críticos, como a Venezuela.

Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Guiana, Paraguai, Peru, Suriname, Uruguai e Venezuela já confirmaram a participação na reunião.

(Reportagem de César Illiano)

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