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Erupção de vulcão islandês fecha espaço aéreo britânico

Londres, 15 abr (EFE).- A partir das 8h (de Brasília) não haverá voos no espaço aéreo britânico, com exceção das situações de emergência, por causa da chegada ao Reino Unido das cinzas procedentes da erupção de um vulcão islandês.

EFE |

A informação é do Serviço de Controle do Tráfego Aéreo Nacional (NATS, na sigla em inglês), em resposta às regulações internacionais sobre o tráfego aéreo civil em caso de atividade vulcânica.

"Acompanhamos de perto a situação com o serviço meteorológico e trabalhamos estreitamente com as companhias aéreas e outros países", indicou um porta-voz da NATS, e precisou que a medida sobre os voos será mantida até as 18h no horário local (14h em Brasília).

As cinzas do vulcão também afetaram os espaços aéreos de outros países do norte da Europa.

O NATS impôs as restrições pelo temor que as cinzas vulcânicas danifiquem os motores dos aviões.

Nesta manhã, os aeroportos escoceses de Aberdeen, Edimburgo e Glasgow estavam fechados.

Pelo menos 1,3 mil voos operam desde ou para Heathrow todos os dias, enquanto no caso de Stansted o número é de entre 400 e 450.

Um porta-voz de Stansted disse hoje que o período de maior atividade, pela manhã, já passou, mas há possibilidades que haja voos atingidos amanhã, pois é preciso esperar para saber as restrições impostas ao tráfego aéreo.

Uma porta-voz do aeroporto de Aberdeen disse que o fenômeno terá um importante impacto nas chegadas e partidas.

O operador dos principais aeroportos britânicos BAA tinha indicado hoje que, "após o conselho do serviço meteorológico, o NATS teria imposto nesta manhã restrições ao espaço aéreo do Reino Unido como resultado das cinzas do vulcão que passam ao Reino Unido a partir da Islândia".

Os meteorologistas acreditam que podem passar vários dias até a dispersão das nuvens de cinzas, que além de afetar ao Reino Unido, pode ter um impacto na Dinamarca e Noruega.

As cinzas poderiam "constituir uma ameaça nessas áreas de hoje até amanhã", advertiu Matt Dobson, da seção meteorológica da agência Press Association. EFE vg/dm

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