Equipes médicas e de resgate sul-coreanas partem para o Haiti

Seul, 15 jan (EFE).- Uma equipe de resgate e outra de pessoal médico da Coreia do Sul partiram hoje de Seul rumo ao Haiti para atender aos afetados pelo terremoto que assolou esta terça-feira o país caribenho.

EFE |

A equipe de resgate é formada por 41 especialistas, que viajam com dois cachorros treinados e material e câmaras de busca para detectar possíveis sobreviventes sob os escombros, informou a agência local de notícias "Yonhap", dizendo que os especialistas permanecerão no Haiti até o dia 24 de janeiro.

Além disso, uma equipe integrada por três médicos e outras tantas enfermeiras partiu hoje cedo para a ilha para oferecer ajuda sanitária às vítimas do terremoto, segundo o Ministério de Saúde sul-coreano.

O envio do pessoal acontece um dia depois que a Coreia do Sul anunciou que enviará uma ajuda urgente no valor de US$ 1 milhão ao Haiti.

No meio dos esforços internacionais para ajudar o Haiti, o presidente sul-coreano, Lee Myung-bak, assegurou hoje que os membros do Grupo dos Vinte (G20) trabalharão "de perto" para ajudar o país mais pobre da América.

O terremoto de 7 graus na escala Richter aconteceu às 19h53 de Brasília da terça-feira e teve epicentro a 15 quilômetros de Porto Príncipe, a capital do país. A Cruz Vermelha do Haiti estima que o número de mortos ficará entre 45 mil e 50 mil.

Na quarta-feira, o primeiro-ministro do país, Jean Max Bellerive, havia falado de "centenas de milhares" de mortos.

O Exército brasileiro confirmou que pelo menos 14 militares do país que participam da Missão de Estabilização das Nações Unidas no Haiti (Minustah) morreram em consequência do terremoto.

A brasileira Zilda Arns, fundadora e coordenadora da Pastoral da Criança, ligada à Igreja Católica, também morreu no tremor. EFE ce/ma

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