Equipe de resgate de bombeiros peruanos não pôde viajar para o Haiti

Lima, 15 jan (EFE).- Os membros da Urban Search and Rescue do Corpo de Bombeiros Voluntários peruano não puderam viajar para o Haiti por falta de quota nos aviões enviados com ajuda de emergência a esse país, informaram à Agência Efe fontes dos bombeiros.

EFE |

Uma equipe de especialistas em resgate da unidade, um dos de seu tipo de maior destaque da América, esperou em vão para ser embarcado nas aeronaves e teve que deixar o aeroporto militar de Lima no meio de explicações confusas das autoridades.

Os voluntários peruanos participaram no ano passado de uma simulação internacional de estruturas colapsadas na Colômbia, onde foram reconhecidos como uma das melhores unidades do continente.

Entre os especialistas estão médicos, pessoal especializado em materiais perigosos e engenheiros de estruturas, assim como ambientalistas, químicos e dois cachorros treinados no resgate de vítimas presas.

O terremoto de 7 graus na escala Richter aconteceu às 19h53 de Brasília da terça-feira e teve epicentro a 15 quilômetros de Porto Príncipe, a capital do país. A Cruz Vermelha do Haiti estima que o número de mortos ficará entre 45 mil e 50 mil.

Na quarta-feira, o primeiro-ministro do país, Jean Max Bellerive, havia falado de "centenas de milhares" de mortos.

O Exército brasileiro confirmou que pelo menos 14 militares do país que participam da Missão de Estabilização das Nações Unidas no Haiti (Minustah) morreram em consequência do terremoto.

A brasileira Zilda Arns, fundadora e coordenadora da Pastoral da Criança, ligada à Igreja Católica, também morreu no tremor. EFE dub/ma

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