Equador nega corrida armamentista e defende compra de equipamentos militares

O Equador negou nesta quarta-feira que esteja promovendo uma corrida armamentista ao defender seus planos de adquirir aeronaves, embarcações e equipamentos com os quais espera modernizar as Forças Armadas e reforçar a fronteira com a Colômbia.

AFP |

"Não estamos nos armando, estamos substituindo equipamentos velhos, obsoletos, por novos", afirmou o vice-ministro da Defesa, Miguel Carvajal.

"É necessário reconhecer que o Estado precisa de Forças Armadas operacionais, que sirvam em tempos de paz, mas que também nos permitam ter uma capacidade dissuasiva suficiente para exercer nossa plena soberania", acrescentou na Rádio Sonorama.

O Equador anunciou há alguns dias a compra de 24 aviões de combate Super Tucano, lanchas super rápidas e radares para a vigilância de suas fronteiras, e vai aumentar a potência de sua frota de naves Kfir.

Em razão da incursão militar colombiana de 1º de março, que derivou na ruptura de relações entre Bogotá e Quito, o Equador anunciou que reforçará seu poder aéreo com a compra de 24 aviões de combate brasileiros e outros seis não tripulados (UAV), além de reforçar sua frota de Kfir.

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