Equador nega corrida armamentista, após compra de SuperTucanos

O subsecretário da Defensa do Equador, general Jorge Peña, negou nesta segunda-feira que seu país esteja precipitando uma corrida armamentista na região com a compra de 24 aviões de combate SuperTucano, da Embraer.

AFP |

"Não há uma corrida armamentista, simplesmente há uma atualização de nossas forças", disse o militar ao site Ecuadorinmediato, destacando que "faremos esta recuperação do nosso potencial muito austeramente" para a defesa da soberania.

O general Peña destacou que o arsenal equatoriano está deteriorado "após dez anos de abandono, nos quais não se preocuparam com a defesa nacional". A reativação das Forças Armadas vai "exigir um importante esforço em tempo e recursos, mas isto não é uma corrida armamentista".

Após a incursão militar colombiana de 1º de março passado, o Equador anunciou o reforço de seu poderio aéreo com a compra de 24 aviões SuperTucano, além da reforma de seus caças israelenses Kfir.

O bombardeio colombiano contra o acampamento das Farc no Equador, que deixou 25 mortos, inclusive o número dois da guerrilha, Raúl Reyes, foi realizado com os aviões de ataque produzidos pela Embraer.

vel/LR

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