QUITO (Reuters) - O presidente do Equador, Rafael Correa, que no domingo conseguiu um forte apoio à sua Constituição socialista, descartou na segunda-feira nacionalizar as empresas petrolíferas mas afirmou que não vai permitir que elas reduzam os investimentos. Correa também afirmou que um royalty de 8 por cento sobre as mineradores, como proposto em um projeto de lei para o setor, é muito baixo e afirmou que uma taxa de 70 por cento será aplicada sobre os futuros contratos de mineração.

Ele também não descartou deixar de pagar dívidas "ilegítimas", mas assegurou que isso não aconteceria de maneira direta.

Além disso, ele reiterou que o país continuará cumprindo com suas obrigações externas "enquanto a capacidade do país permitir".

(Por Alonso Soto)

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