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Equador acha que Uribe ficará marginalizado se não for a reunião da Unasul

Quito, 11 ago (EFE).- O ministro da Defesa equatoriano, Javier Ponce, considerou hoje que o presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, ficaria marginalizado do processo de integração sul-americana se não fosse à reunião presidencial extraordinária que a União das Nações Sul-americanas (Unasul) estuda convocar na Argentina.

EFE |

"Se (Uribe) desistir de assistir, se marginaliza e se exclui de todo o processo de integração. Não quero nem imaginar uma bobagem assim", disse Ponce, ao ser consultado pelo canal local "Gama TV" sobre o que aconteceria se Uribe não fosse à reunião.

A possível reunião presidencial para tratar a negociação entre Bogotá e Washington para o uso de bases militares colombianas pelos Estados Unidos foi proposta na segunda-feira na cerimônia de transferência da Presidência da Unasul do Chile ao Equador.

Neste encontro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, além dos chefes de Estado da Venezuela, Hugo Chávez; da Argentina, Cristina Fernández; da Bolívia, Evo Morales, e do Equador, Rafael Correa, expressaram sua preocupação com a negociação desse acordo.

A reunião ordinária da Unasul de ontem, que aconteceu em Quito, não contou com a presença do presidente da Colômbia, país com o qual o Equador rompeu relações diplomáticas desde março do ano passado.

A reunião presidencial na Argentina ainda está em estudo. Ontem, Correa disse que, para 24 de agosto, estava prevista uma reunião do Conselho de Defesa Sul-americano.

"Temos que definir nestes dias em que termos seria feita (a reunião do Conselho) ou se irá diretamente à reunião de presidentes de Buenos Aires", disse Ponce. EFE sm/an

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