Equador acha laboratórios de droga e bases que pertenceriam a grupos ilegais

Quito, 14 abr (EFE).- O Ministério da Defesa equatoriano informou hoje que localizou laboratórios produtores de droga e bases que pertenceriam a grupos ilegais armados da Colômbia, na província amazônica de Sucumbíos, na fronteira com este país.

EFE |

Funcionários da IV Divisão do Exército "Amazonas" encontraram e desarticularam um laboratório clandestino de processamento de droga no trecho do rio Opuno ao norte do Lago Agrio, no qual havia 12 caldeirões, 26 alambiques e apetrechos militares, declarou o Ministério em comunicado.

Além disso, acrescentou que os militares encontraram outras bases e laboratórios que se acredita pertencerem aos grupos ilegais armados da Colômbia.

As descobertas ocorreram durante a operação denominada "Soberania IV", realizada entre 5 e 10 de abril, nos setores de Santa Elena, rio Opuno, precooperativa Seta Verde e Palmar. Neste último lugar foi confiscada gasolina branca.

O General Fabián Narváez, comandante da IV Divisão de Exército, indicou que durante o trabalho dos membros da instituição foi encontrado, nas imediações do rio Opuno, um total de 13 bases clandestinas, um laboratório abandonado e oito tanques de aço com capacidade para 80 galões de combustível.

Além disso, acharam 26 alambiques, seis granadas de mão, um saco com granadas artesanais, oito iniciadores com explosivos, oito cilindros de gás, três rolos de cordão detonador, dois sacos com substâncias químicas para produzir explosivos e nove cones com material explosivo.

Também havia duas cápsulas detonadoras, 70 cartuchos de calibre 7,62 milímetros, um colete de combate, além pratos e utensílios de cozinha e um fogão.

O Ministério acrescentou que em Santa Elena, trecho do rio Putumayo, foram localizadas duas bases clandestinas abandonadas, assim como um laboratório abandonado e destruído.

No Palmar foram achados 13 tanques de gasolina branca, com capacidade para 55 galões.

Além disso, foi mencionada a existência de um computador portátil e quatro fitas de áudio, mas o Ministério não revelou seu conteúdo.

EFE sm/bf/fb

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