Enviado dos EUA para Coreia do Norte discute questão nuclear

Washington, 26 fev (EFE).- O representante especial dos Estados Unidos para a Coreia do Norte, Stephen Bosworth, viajará no início da próxima semana para Seul, Tóquio, Pequim e Moscou para tratar com seus respectivos Governos sobre o futuro do diálogo nuclear.

EFE |

A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, anunciou hoje em uma breve aparição conjunta com Bosworth que o representante especial do Governo iniciará "no princípio da próxima semana" sua primeira viagem aos países que participam do diálogo de seis lados para a desnuclearização da Coreia do Norte.

As duas Coreias, EUA, Rússia, Japão e China protagonizam estas conversas de seis lados.

O propósito da viagem de Bosworth é consultar junto a Japão, China, Rússia e Coreia do Sul os "próximos passos a serem dados para levar em frente o processo de diálogo de seis lados", explicou Hillary Clinton.

Bosworth afirmou que os EUA "obviamente" planejam realizar contatos com a Coreia do Norte sobre a desnuclearização, mas afirmou que "terá que ver" se isto acontece durante esta viagem.

Isto dependerá das consultas com os outros países e de Pyongyang, acrescentou.

O representante especial para Coreia do Norte, que foi nomeado na semana passada, se encarregará de coordenar os esforços governamentais para frear o programa nuclear de Pyongyang e as atividades de proliferação de tecnologia sensível.

Também abordará a situação dos direitos humanos neste país.

"Ele trabalhará de perto com nossos aliados e parceiros para convencer a Coreia do Norte a se transformar em uma parte construtiva da comunidade internacional", declarou Hillary Clinton.

Concretamente, Bosworth coordenará a estratégia dos EUA em seu conjunto, enquanto o responsável de Assuntos Coreanos do Departamento de Estado, Sung Kim, será o enviado especial para as conversas de seis lados e manejará o "dia a dia", declarou Hillary Clinton.

Sung Kim liderará a delegação dos EUA no diálogo nuclear e manterá um "contato constante" com os parceiros de Washington. EFE cae/fal

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