Publicidade
Publicidade - Super banner
Mundo
enhanced by Google
 

Enviado da ONU denuncia genocídio na Somália

O enviado especial da ONU à Somália, Ahmedu Uld Abdallah, denunciou nesta segunda-feira a existência, no país, de um genocídio sem que seja feita menção direta a essa palavra, com gerações inteiras sacrificadas numa guerra de quase 20 anos que destrói a nação.

AFP |

Uld Abdallah conversou com a AFP paralelamente a uma reunião do Conselho de Paz e Segurança (CPS) da União Africana (UA) sobre a situação na Somália, na República Democrática do Congo (RDC) e Mauritânia, realizada na sede da UA em Adis Abeba.

O enviado da ONU considera urgente que o exército da Etiópia se retire da Somália, onde interveio oficialmente no final de 2006 em apoio ao governo de transição somali.

As tropas etíopes anunciaram a retirada definitiva de solo somali até o começo de 2009.

Na Somália ficará, assim, uma força de paz da UA (AMISOM), mal equipada e com apenas 3.400 homens para enfrentar os rebeldes islamitas, que se reforçaram nos últimos meses e que atualmente controlam grande parte do país.

A Somália vive uma guerra civil desde 1991. A ONU organizou duas missões humanitárias a esse país do Chifre da África, de 1992 a 1995, mas terminaram em fracasso.

eg-lp/sd

Leia tudo sobre: iG

Notícias Relacionadas


Mais destaques

Destaques da home iG