Entidades manifestam preocupação com liberdade de imprensa em Honduras

Nova York, 29 jun (EFE).- O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) manifestou hoje sua profunda preocupação com a suspensão do sinal de veículos de comunicação em Honduras após a detenção e deportação do presidente deposto do país, Manuel Zelaya.

EFE |

Carlos Lauría, coordenador do programa das Américas do CPJ, pediu para que as autoridades permitam o retorno das transmissões e que os jornalistas possam trabalhar livremente e em condições seguras "durante este período crítico para Honduras".

A Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP) também condenou hoje as limitações ao trabalho da imprensa em território hondurenho.

Em comunicado, a SIP também pede às novas autoridades hondurenhas para que se respeite a liberdade de imprensa "de forma irrestrita", e disse que esta "corre o risco de ser restringida pelo toque de recolher imposto" pelo Governo que assumiu no lugar de Zelaya.

O presidente da organização, Enrique Santos Calderón, expressou a preocupação da entidade "com a crise política em Honduras e as limitações à liberdade de informação".

O CPJ é uma organização independente sem fins lucrativos radicada em Nova York, e se dedica a defender a liberdade de imprensa no mundo todo. EFE rh/bba

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