Primeiros corpos de naufrágio em Papua Nova Guiné são encontrados

Navio naufragou com cerca de 350 pessoas na quinta-feira (2). Resgate encontrou quatro corpos e não descarta sobreviventes

EFE | 04/02/2012 04:47

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As equipes de resgate recuperaram neste sábado quatro corpos após o naufrágio ocorrido em águas de Papua Nova Guiné na quinta-feira (2), enquanto prosseguem as buscas por 100 desaparecidos, informou a imprensa local. O Rabaul Queen navegava entre a localidade turística de Kimbe, situada na ilha da Nova Bretanha, e Lae, no litoral nordeste da ilha de Papua, quando afundou a cerca de 80 quilômetros de seu ponto de chegada com 350 pessoas a bordo.

Leia também: Navio naufraga e deixa mortos na Itália

Até o momento, foram resgatadas pelo menos 246 pessoas com vida, indicou a Autoridade Australiana de Segurança Marítima, que participa das operações de resgate. Muitos dos sobreviventes foram atendidos no hospital de Lae por efeitos da inalação de substâncias tóxicas e fraturas ósseas, embora só três deles apresentem ferimentos graves. O capitão Nurur Rahman, chefe interino da Autoridade de Segurança Marítima papua, explicou que ontem as más condições meteorológicas dificultaram os trabalhos de resgate e que por isso não foram encontrados novos sobreviventes, embora não descarte a chance de ainda haver náufragos com vida.

<span>Dois botes salva-vidas do MV Rabaul Queen, vistos de um helicóptero, flutuam na costa leste de Papua Nova Guiné (02/02)</span> - <strong>Foto: AP</strong> <span>Três botes salva-vidas são vistos nas águas de Papua Nova Guiné (02/02)</span> - <strong>Foto: AP</strong> <strong>Publicidade</strong> <span>Familiares procuram informações sobre passageiros de embarcação que afundou pero de Lae, em Papua Nova Guiné (02/02)</span> - <strong>Foto: AP</strong>

A empresa proprietária do navio confirmou que cerca de 350 pessoas - entre elas 12 membros da tripulação - viajavam na embarcação, cuja capacidade máxima era de 310 passageiros. Alguns sobreviventes relataram a uma rádio neozelandesa que o número de passageiros superava em 200 pessoas a capacidade permitida. Já o inspetor Samson Siguyaru disse que a maioria dos passageiros eram estudantes que retornavam para o início de seu curso e que na embarcação "havia uma mistura de crianças e idosos". 

 

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