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Empresários do Equador preocupados com Carta Magna de corte socialista

A Constituição que será submetida a referendo no Equador em setembro é de tendência socialista, permitindo ao Estado confiscar bens e intervir excessivamente na economia, opinou hoje em nota a federação de grandes empresários equatorianos.

AFP |

"Na nossa visão é projeto sem dúvida estatizante, centralista e concentrador de poderes, isto é, autoritário", afirmou Roberto Aspiazu, presidente do Comitê Empresarial Equatoriano.

Ele também afirmou em entrevista à rádio Sonorama que em seu setor também existe preocupação com o "enfoque socialista" da proposta constitucional impulsionada pelo presidente Rafael Correa.

No projeto, "a propriedade está garantida, mas relativamente", destacou Aspiazu, acrescentando que o modelo de desenvolvimento previsto se baseia na "distribuição igualitária dos lucros dos meios produtivos".

"Numa leitura literal, o artigo soa muito bem, mas mostra que é expropriatório, confiscatório, com o Estado como principal ator", expressou.

Os equatorianos vão às urnas no dia 28 de setembro para pronunciar-se sobre a Constituição aprovada e elaborada por Assembléia de maioria governista.

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