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Empresário revela existência de mais US$ 4,2 milhões no caso da mala

Miami, 23 set (EFE) - O empresário venezuelano-americano Guido Alejandro Antonini Wilson revelou hoje a existência de uma outra mala com US$ 4,2 milhões, além dos US$ 800 mil apreendidos consigo na Argentina em 4 de agosto de 2007. Em meio a uma grande expectativa, Antonini Wilson, que levava o dinheiro apreendido nesse dia no aeroporto Jorge Newbery de Buenos Aires, depôs hoje pela primeira vez no julgamento do caso da mala. O venezuelano é a testemunha principal da Promotoria Federal dos Estados Unidos no julgamento contra seu compatriota Franklin Durán, que é acusado de conspirar e atuar como agente do Governo da Venezuela para encobrir a origem e destino da mala com US$ 800 mil. Segundo as provas da Promotoria Federal apresentadas no julgamento em Miami, o dinheiro levado por Antonini Wilson estava supostamente destinado à campanha eleitoral da atual presidente da Argentina, Cristina Fernández de Kirchner, e procedia dos cofres da empresa estatal Petróleos de Venezuela S/A (PDVSA). Antonini Wilson disse hoje que depois que foram confiscados os US$ 800 mil na Alfândega, teve uma conversa em um hotel com Diego Uzcátegui Matheus, que era gerente geral da PDVSA-América e teve que renunciar depois devido ao escândalo. Uzcátegui perguntou a Antonini Wilson o que acontecido e onde estava a mala com a prata. Que outra prata?, perguntou o empresário venezuelano, ao que Uzcátegui respondeu que se referia aos US$ 4,2 milhões que iam em outra mala. ...

EFE |

Antes do comparecimento de Antonini Wilson, subiu hoje ao palanque o diretor da DEA na Venezuela, Thomas Adler, que negou ter conversado com Durán sobre o caso da mala.

Ele afirmou que nunca enviou a Durán uma mensagem de texto e também não lhe emprestou um avião. EFE so/db

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