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Embaixador dos EUA diz que violência no Iraque diminuiu consideravelmente

Nações Unidas, 14 nov (EFE) - O embaixador dos Estados Unidos na ONU, Zalmay Khalilzad, afirmou hoje no Conselho de Segurança das Nações Unidas que a violência no Iraque diminuiu consideravelmente em um ano, apesar do risco que ainda representa Al Qaeda e as milícias pró-iranianas.

EFE |

O representante americano respaldou sua afirmação com uma nova série de estatísticas que refletem uma redução significativa da violência que afligiu o Iraque após a invasão liderada pelos Estados Unidos em 2003.

Khalilzad indicou que o número de ataques desde junho de 2007 se reduziu em 87%, a explosão de artefatos improvisados em 81% e o de atentados suicidas em 72%.

Ao mesmo tempo, no último ano diminuíram em 80% as mortes de civis, em 84% as de militares americanos e em 84% as de membros das forças iraquianas de segurança.

O diplomata atribuiu parte da redução dos níveis de violência no norte do Iraque à eliminação e fuga de líderes da Al Qaeda como conseqüência das ações dos serviços de segurança iraquianos.

Ao mesmo tempo, as conquistas alcançadas no tema de segurança eram "frágeis", disse Khalilzad na reunião do principal órgão dedicada à situação no Iraque.

"A Al Qaeda no Iraque representa ainda uma ameaça considerável, assim como as milícias vinculadas ao Irã e o Exército Mehdi (milícia xiita)", acrescentou.

Estas forças contam com a capacidade de lançar ataques letais contra o povo iraquiano, como os atentados suicidas que atingiram o país nos últimos dias, disse.

Khalilzad reiterou as acusações americanas que o Governo iraniano mantém vínculos com grupos armados e tenta prejudicar o processo político.

Nesse sentido, Teerã negou reiteradamente que desempenhe algum papel oculto no país vizinho.

Também afirmou que combatentes estrangeiros entram no Iraque através da Síria, mas não mencionou o recente ataque militar americano em solo sírio contra os supostos responsáveis de uma rede que infiltrava supostos terroristas a território iraquiano.

Damasco assegura que a ação armada resultou na morte de civis desarmados que trabalhavam em um edifício em construção. EFE jju/db

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