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Em café-da-manhã hispânico , Bush homenageia defensores da liberdade em Cuba

Washington, 26 jun (EFE).- Em seu já tradicional café-da-manhã nacional de oração, o presidente dos Estados Unidos, George W.

EFE |

Bush, reuniu-se com líderes hispânicos de todo o país e prestou homenagem aos que lutam pela liberdade em nações como Cuba.

Em um hotel em Washington, o presidente americano recorreu a algumas palavras em espanhol durante seu discurso para se comunicar com a comunidade hispânica, a qual tentou cativar em seus sete anos e meio de mandato.

Bush, que participou pela primeira vez de um café-da-manhã nacional de oração com grupos hispânicos em 2002, homenageou hoje os "que servem à causa da liberdade".

"Rendemos homenagens aos que lutam pela liberdade contra regimes opressivos. É essencial que os EUA lembrem sempre, dentro de nossa comodidade, que existem aqueles que querem sua liberdade como nós temos a nossa", expressou Bush.

O líder citou concretamente o exemplo do advogado cubano e ativista pró-direitos humanos Juan Carlos González Leiva, preso por dois anos por apoiar um jornalista dissidente.

"Quando (Leiva) ficou preso, os guardas confiscaram seus óculos escuros, o que foi especialmente cruel, porque Juan Carlos é cego", lembrou o presidente, diante do olhar atento do irmão do advogado, Onel Ramón González Leiva.

Bush afirmou que o ativista já foi libertado, mas que "segue sob a vigilância do Governo cubano".

"Rezamos para que chegue o dia em que a luz da liberdade possa brilhar sobre o povo cubano", completou.

Diante de espectadores como a primeira-dama do Panamá, Vivian Fernández de Torrijos, o líder prestou também homenagem, misturando os idiomas inglês e espanhol, aos "que ajudam" os que mais "necessitam".

Citou como exemplo a organização hispânica "Esperanza" (Esperança), que desenvolve a maior parte de seu trabalho na Filadélfia (estado americano da Pensilvânia) e que se esforça em proporcionar uma educação de qualidade para crianças das classes mais desfavorecidas.

"Não há nada mais promissor que dar a uma criança uma boa educação", avaliou Bush, que lembrou que na escola administrada pela "Esperanza" menos de 1% dos alunos abandona os estudos, e que 90% se matriculam depois em universidades.

O governante defendeu ainda os grupos humanitários baseados na fé, algo que foi criticado por legisladores democratas e ONGs não vinculadas a uma confissão religiosa.

"Nos últimos oito anos, meu Governo deu um apoio sem precedentes ao trabalho desenvolvido por grupos comunitários e baseados na fé", declarou.

O Governo "pode dar dinheiro", mas não "insuflar esperança no coração de uma pessoa, algo que freqüentemente essas organizações (religiosas) fazem", concluiu Bush. EFE mv/fr

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