Egito registra o primeiro caso de gripe H1N1 na África

Por Edmund Blair e Cynthia Johnston CAIRO (Reuters) - O Egito confirmou um caso da nova gripe H1N1, o primeiro na África, em uma menina de 12 anos que desembarcou no Cairo vinda dos Estados Unidos, disse uma autoridade da Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta terça-feira.

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A menina, do Estado norte-americano de Minnesota, foi imediatamente posta em quarentena ao desembarcar no aeroporto do Cairo, após viajar com sua mãe para passar férias no Egito, o país árabe mais populoso, disseram autoridades de saúde.

"Ela é um caso confirmado de H1N1... Foi descoberto no aeroporto por detectores termais", disse à Reuters Hassan al-Bushra, conselheiro regional para vigilância de doenças contagiosas para a OMS.

"Ela recebeu tratamento, ela e a mãe dela estão bem", acrescentou al-Bushra. "Ela está em bom estado".

O vírus H1N1 havia sido detectado em todas as regiões do mundo, exceto na África. Foi diagnosticado em mais de 17.000 pessoas em todo o mundo, e matou mais de 100, principalmente no México, de acordo com a OMS.

O Egito, atingido fortemente pelo mais letal vírus H5N1, da gripe aviária, reforçou medidas de vigilância no aeroporto para tentar prevenir a propagação da doença.

O caso, o primeiro no Egito, é o 24o no Oriente Médio.

O vírus H1N1 se propaga facilmente e causa, na maioria dos casos, doença branda.

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