Efe brasil - 9 ago 2008

Por ocasião do primeiro aniversário hoje (9) do início da crise das hipotecas de alto risco, conhecidas como subprime, nos Estados Unidos, a Agência Efe transmitirá em seguida uma série de matérias especiais, com os seguintes conteúdos: ESPECIAL-MERCADOS/PANORAMA - Redação Central - Os anúncios apelativos que alimentavam o sonho da casa própria junto a várias classes sociais já não são mais vistos nos Estados Unidos desde agosto do ano passado, quando o sistema financeiro internacional foi paralisado por medo dos efeitos da crise das hipotecas subprime. Por Esther Caballero. ESPECIAL-MERCADOS/REFLEXOS - Washington - A dura correção do mercado imobiliário nos Estados Unidos, que destruiu os sonhos de milhões de compradores de casas, ainda não chegou ao final e continuará prejudicando a economia americana durante um tempo, garantem os analistas. Por Jorge A.

EFE |

Bañales.

ESPECIAL-MERCADOS/WALL STREET - Nova York (EUA) - A crise de créditos originada pelos problemas que afetaram o setor das hipotecas de alto risco ("subprime") nos Estados Unidos fez com que Wall Street atravessasse um período obscuro, que os analistas afirmam que só terminará no fim de 2010. Por Elena Moreno.

ESPECIAL-MERCADOS/BCE - Frankfurt (Alemanha) - O Banco Central Europeu (BCE) respondeu com injeções de liquidez extraordinárias à explosão das crises financeiras desencadeadas pelas hipotecas de alto risco dos Estados Unidos ("subprime"), cujo fim não está perto.

Por Arantxa Iñiguez.

ESPECIAL-MERCADOS/R.UNIDO - Londres - Doze meses após sua explosão, a crise global originada nos Estados Unidos com as hipotecas de alto risco ("subprime") e que resultou na nacionalização do banco britânico Northern Rock, mantém a economia e a política do Reino Unido, um dos países mais afetados do mundo, no temor e na incerteza. Por Pablo Domínguez.

ESPECIAL-MERCADOS/JAPÃO - Tóquio - O Japão não foi o país mais afetado pela crise das hipotecas "subprime", embora as perdas de seus bancos tenham sido milionárias, a queda do índice Nikkei, da Bolsa de Tóquio, tenha superado 20% e seu mercado de imóveis esteja em um momento de ajustes. Por Patricia Souza. EFE cs/an

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