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Economia ainda enfrenta sérios desafios , diz Bush

O presidente dos Estados Unidos, George W.Bush, afirmou que a economia do país continua a enfrentar sérios desafios, depois de sancionar um pacote de de US$ 700 bilhões para ajudar empresas que estão passando por dificuldades devido à crise econômica.

BBC Brasil |

Bush disse que é preciso "tempo e esforço para atravessar por esse período difícil".

O pacote foi aprovado na sexta-feira pela Câmara dos Representantes (deputados federais) dos Estados Unidos, ao receber 263 votos a favor e 171 contra.

"Ao trabalharmos juntos (o Legislativo e o Executivo americanos), agimos com ousadia para ajudar a evitar que uma crise em Wall Street se transforme em uma crise em comunidades em todo o país", disse o presidente.

Segundo alguns analistas, depois da aprovação do pacote, o principal desafio será encontrar os meios para levantar o montante aprovado.

Reação
A Câmara havia rejeitado uma versão anterior do pacote na última segunda-feira, o que desencadeou quedas significativas nas principais bolsas de valores do mundo.

O projeto foi depois modificado, incluindo mais US$ 150 bilhões em gastos, e aprovado na quarta-feira pelo Senado.

Como Bush, a presidente da Câmara, a democrata Nancy Pelosi, também mostrou satisfação com o resultado da votação dasexta-feira.

"Com essa legislação e US$ 700 bilhões, nós inovamos na forma de lidar com esta crise", disse.

Segundo Pelosi, o projeto "lança a forte luz da responsabilidade" sobre o mercado financeiro, e essa luz vai "proteger o contribuinte".

Mesmo com a aprovação da proposta, as principais bolsas de valores dos Estados Unidos fecharam o dia com baixas: Em Nova York, o índice Dow Jones registrou -1,50% e o Nasdaq, -1,48%. Mesma tendência foi observada em São Paulo na Bovespa, que fechou em -3,53%.

Mais proteção
O principal objetivo do plano é comprar os papéis podres de instituições financeiras em dificuldades.

Com as mudanças no Senado, o projeto passou a incluir mais proteção a poupanças e alguns cortes fiscais. A medida beneficiaria os contribuintes americanos.

O presidente Bush havia pedido que o Congresso aprovasse o pacote com urgência.

Tanto líderes democratas como republicanos disseram que pressionariam seus partidários na Câmara para que apoiassem o projeto revisado.

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