Eclesiásticos chineses não participarão de Assembléia do Sínodo dos Bispos

Cidade do Vaticano, 3 out (EFE).- Duzentos e cinqüenta e três prelados de todo o mundo participarão, entre os dias 5 e 26 deste mês, no Vaticano, da 12ª Assembléia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, que não contará com os eclesiásticos da China, já que a Santa Sé e autoridades comunistas não chegaram a um acordo para que eles pudessem sair do país.

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"Não se conseguiu um acordo com as autoridades de Pequim" para que permitissem a participação de prelados chineses, disse hoje o porta-voz do vaticano, Federico Lomardi, durante a apresentação do Sínodo, que será iniciado no próximo domingo na Basílica de São Paulo Extramuros de Roma.

Embora os prelados chineses não participem, estarão presentes o cardeal arcebispo de Hong Kong, Joseph Zen Ze-kium, e o bispo de Macau, José Lai Hung-Seng, disse o arcebispo Nikola Eterovic, secretário-geral do Sínodo.

Os dois fazem parte do grupo eleito diretamente pelo Pontífice para participar da assembléia, que tem como lema "A Palavra de Deus na vida e na missão da Igreja".

Bento XVI também convidou o rabino chefe de Haifa (Israel), Shear-Yashuv Cohen, para participar do encontro. Esta será a primeira vez que uma pessoa não-católica participará da assembléia.

EFE jl/fh/fal

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