Uma cidadã chinesa e sua filha, proprietária e vendedora, respectivamente, de uma loja em paris que vendia camisetas com inscrições anti-semitas compareceram ante um tribunal para responder por incitação ao ódio racial.

Camisetas femininas com mensagens anti-semitas estavam sendo vendidas numa loja de Belleville (nordeste de Paris), mas foram retiradas rapidamente de venda depois da denúncia de uma entidade contra o anti-semitismo.

As camisetas tinham as inscrições em alemão "Juden eintritt in die parkankagen verboten" e em polonês "Zydom wstep do parku wzbronionyio" ("Entrada no parque proibida aos judeus") e reproduziam imagens do gueto de Lodz, na Polônia.

O produto, vendido a 18 euros, tinham a etiqueta da marca "Introfancy IF", com a menção "Nought restrict", mas não indicava o país de fabricação.

Sammy Ghozlan, presidente da Agência Nacional de Vigilância contra o Anti-semitismo, alertou a AFP sobre o caso e informou que, além de apresentar uma queixa na delegacia do bairro, pediu a apreensão das peças e o fechamento da loja.

mat/cn

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