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Quinze trechos de rodovias federais somam 302 mortes

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) mapeou 15 trechos de rodovias federais considerados os mais perigosos do País. Juntos, esses pontos representam apenas 0,5% da malha federal, mas, no ano passado, foram responsáveis por 302 mortes nas estradas.

BBC Brasil |

A notícia provocou protestos entre pais e professores que pedem agora que a droga seja proibida.

A substância está entre as drogas legais que estão sendo analisadas a pedido do governo por um conselho especial, que recomendará proibições.

O ministro dos Negócios da Grã-Bretanha, Peter Mandelson, disse que a droga será examinada com urgência após a morte dos dois jovens e que o governo tomará "qualquer medida que seja justificada para lidar com isso".

Pó branco ou amarelado
A droga legal "miau-miau" é um fertilizante para plantas. Seu composto principal é a mefedrona (ou metil-metacatilona) e já recebeu diversos apelidos entre os usuários: "miau-miau", "miau", "4MMC", "MC" ou "M-Cat".

Ela vem em forma de pílulas ou de um pó branco ou amarelado, que é cheirado, e se popularizou nas casas noturnas britânicas.

Entre os efeitos colaterais estão palpitações, náusea, queimação na garganta, sangramento do nariz e insônia.

Na segunda-feira, a polícia da cidade de Scunthorpe, no norte da Inglaterra, afirmou que os jovens Louis Wainwright, de 18 anos, e Nicholas Smith, de 19, morreram em decorrência do uso da droga.

A polícia prendeu três pessoas - entre elas um menor de idade.

A Associação Nacional de Professores da Grã-Bretanha (NAHT, na sigla em inglês) afirma que a mefedrona apresenta os mesmos riscos que as drogas legais e deveria ser proibida.

O secretário-geral Mick Brookes da Associação disse à BBC que a droga se popularizou muito na Grã-Bretanha.

Sites na internet que vendem a droga já trazem avisos aos consumidores de que ela provavelmente será proibida pelo governo. Em Israel, Dinamarca, Noruega e Suécia, a droga já é considerada ilegal.

Um comitê do governo para análise sobre o abuso de drogas (ACDM, na sigla em inglês) está analisando desde o ano passado várias substâncias legais na Grã-Bretanha para determinar quais devem ser proibidas.

No entanto, os trabalhos do conselho estão parados desde outubro do ano passado, depois que um dos conselheiros, David Nutt, foi demitido por se manifestar publicamente contra a decisão do governo de endurecer a lei contra a maconha e por não relaxar as penas contra o ecstasy.

Outros cinco conselheiros deixaram o órgão após a saída de Nutt.

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