Doze membros das Brigadas de Mártires de al-Aqsa fugiram esta noite de uma prisão da Autoridade Palestina em Nablus (Cisjordânia), informaram neste sábado autoridades dos serviços de segurança.

Estes membros das brigadas de al-Aqsa, ligada ao Fatah do presidente da Autoridade Palestina Mahmud Abbas, haviam aceitado depor as armas em julho de 2007 e foram mantidos na prisão durante três meses em troca de uma anistia por parte das autoridades israelenses.

De acordo com o governador de Nablus, Jamal al-Muheissen, os fugitivos quebraram a fechadura das celas da prisão de Jneid.

"Fugimos por culpa das agressões que os membros da segurança nacional cometeram contra os presos", declarou à AFP um dos fugitivos, Mahdi Abu Ghazaleh. "Houve uma briga entre os detentos e a segurança, e fugimos", acrescentou.

Segundo Ghazaleh, Israel e a Autoridade Palestina não cumpriram seu compromisso de indultar os membros da Brigadas de Mártires de al-Aqsa em troca da detenção de três meses.

O governador de Nablus afirmou que os presos, ao fugir, colocaram sua própria vida em perigo, já que o Exército israelense pode persegui-los a qualquer momento.

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