Dois médicos alemães processados por um caso de homicídio e cumplicidade para cometer homicício, foram libertados nesta segunda-feira por um tribunal alemão, depois de terem ajudado um britânico a morrer, em 2004.

O caso foi julgado no tribunal de Magdeburg (leste) e estiveram envolvidos o ex-chefe do serviço de neurologia do centro de reeducação da cidade, Paul Schoenle, 62 anos, e do médico de plantão, Frantisek Kovacic, 53 anos.

O tribunal estimou que os dois profissionais se comportaram de maneira "correta" tanto em relação à ética quanto no sentido médico, indicou uma porta-voz.

Em maio de 2004, os dois deixaram o irmão de um paciente desligar o aparelho que o mantinha respirando e um deles administrou, antes, ao doente analgésicos potentes. O paciente Timothy Sanders morreu dez minutos mais tarde.

Timothy Sanders estava paralisado depois de um acidente sofrido em 2002 e raramente demonstrava consciência.

A eutanásia passiva é permitida na Alemanha se o paciente der seu consentimento ou se ficar comprovado que deu instrução à família de autorizar os médicos a praticá-la.

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