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Doadores analisam reconstrução de longo prazo do Haiti

MONTREAL - O primeiro-ministro do Haiti, Jean-Max Bellerive, e outras autoridades começam a planejar nesta segunda-feira formas de passar da ajuda humanitária imediata para a reconstrução de longo prazo do país caribenho, devastado por um terremoto no dia 12 http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2010/01/25/aviao+acidentado+de+empresa+etiope+tinha+8+anos+de+uso+9375645.htmlque oficialmente já deixou mais de 150 mil mortos só na área metropolitana da capital, Porto Príncipe. Estimativas indicam que o número total de mortos em todo o país pode superar 200 mil.

iG São Paulo com Reuters |

A secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, o primeiro-ministro do Canadá, Stephen Harper, os chanceleres do Brasil, Celso Amorim, e da França, Bernard Kouchner, e outros examinarão um provável perdão da dívida haitiana e uma estratégia de reconstrução do país mais pobre das Américas.

AFP
Haitiano observa retirada de escombros de prédio de Porto Príncipe

Haitiano observa retirada de escombros de prédio de Porto Príncipe


"Estamos todos analisando a terrível situação no nosso país, e a tarefa à frente é inimaginável", disse Harper a Bellerive em Ottawa no domingo à tarde.

A conferência desta segunda-feira, em Montreal, durará o dia inteiro. "Vocês não estão sozinhos. Estaremos trabalhando juntos na conferência e nas próximas semanas, meses e anos para reconstruir o país", prometeu Harper.

Bellerive está sob forte pressão no Haiti para acelerar o auxílio imediato e admitiu a frustração popular, já que muita gente perdeu casa, parentes e todos os bens.

"Estou extremamente impressionado como primeiro-ministro pela resistência do povo. Você ouve falar muito da violência, mas isso não é verdade no Haiti", disse Harper. "As pessoas estão esperando com bastante frustração, claramente, mas com bastante paciência."

O chanceler canadense, Lawrence Cannon, disse que deve ser discutido um perdão à dívida haitiana, estimada por grupos humanitários em pouco mais de US$ 1 bilhão.

"Acho que é certamente algo que será considerado entre as diferentes opções disponíveis", afirmou, acrescentando que seria "um pouco prematuro" tomar essa decisão já nessa conferência, cujo enfoque principal é criar uma espécie de mapa para a ajudar o país.

Antes do terremoto, o FMI, o Banco Mundial e vários países credores já haviam perdoado grande parte da dívida haitiana, dada a situação de penúria do país.

O Clube de Paris, que reúne países credores, disse na semana passada que acelerará o processo do perdão da dívida e pediu a Taiwan e Venezuela, dois grandes credores do Haiti que não são parte do clube, que façam o mesmo.

A República Dominicana, único país com fronteira terrestre com o Haiti, propôs no dia 18 aos doadores a criação de um programa de assistência de US$ 10 bilhões ao longo de cinco anos.

*Com informações da Associated Press

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