DNA leva à prisão de maior assassino em série de Los Angeles

Los Angeles (EUA.), 30 abr (EFE).

EFE |

- A análise de DNA em crimes ocorridos em décadas passadas levou à detenção de um homem de 72 anos que seria o autor de mais de 30 estupros e assassinatos sem solução, informou hoje o jornal "Los Angeles Times".

O detido, John Thomas Jr., um negro que trabalhava para uma estatal de seguros trabalhistas na Califórnia desde 1989, foi preso pelos agentes em casa em março e acusado formalmente em 2 de abril de violentar e asfixiar duas idosas em Los Angeles em 1972 e 1976.

Os investigadores descobriram que o DNA de Thomas também estava presente em outras três cenas de crimes ocorridos em 1975, 1976 e 1986, e estudam se haveria relação do suspeito com outros 25 casos de assassinato.

Caso as desconfianças se confirmem, os policiais de Los Angeles teriam finalmente capturado o criminoso, que semeou o terror nas vizinhanças da cidade nas décadas de 1970 e 1980.

"O senhor Thomas parece ser o mais prolífico assassino em série de Los Angeles", disse o detetive Richard Bengston, da unidade de casos pendentes de Homicídio e Roubo do Departamento de Polícia de Los Angeles (LAPD).

Esse assassino atacou pessoas idosas em bairros como Hollywood e, apesar dos esforços dos policiais, eles nunca conseguiram reunir provas suficientes para vincular uma pessoa às vítimas.

Os ataques foram interrompidos em 1978, ano em que coincidiu com a prisão de Thomas, que foi considerado culpado por estuprar uma mulher em Pasadena, na zona de Los Angeles.

Ele foi solto em 1983, na mesma época em que voltaram a ser registrados assassinatos de mulheres com entre 50 e 90 anos.

Os crimes e ataques se repetiram até 1989, quando Thomas ganhou o emprego na seguradora onde trabalhava até agora. EFE fmx/db

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