Testes de DNA descartaram a hipótese de que um homem do Estado americano de Michigan seja um menino desaparecido em 1955 no Estado de Nova York, disse o FBI, a polícia federal americana.

John Barnes havia dito na quinta-feira que tinha 99% de certeza de que era Steven Damman , um garoto que tinha apenas dois anos quando foi levado, junto com a irmã, Pamela, num momento de distração da mãe.

A garota foi encontrada a alguns quarteirões de distância, mas Steven nunca mais foi visto. Os testes, porém, comprovaram que John Barnes e Pamela "não compartilham a mesma maternidade".

Na época, o caso mobilizou a polícia, a população e a imprensa. Milhares de voluntários realizaram uma verdadeira "caçada" para tentar encontrar o garoto.

Barnes levantou a possibilidade de ser o garoto desaparecido quando fazia uma pesquisa sobre suas origens na internet. Ele disse que sempre desconfiou das diferenças físicas entre ele e seus pais.

O operário chegou à conclusão de que poderia ser Steven Damman ao relacionar informações sobre crianças desaparecidas ao fato de também ter vivido em Long Island na época.

Mas o homem que criou John Barnes insistiu que era, sim, o pai dele. Afirmou que John sempre esteve com a família desde o dia do seu nascimento, na Flórida, em 1955. "Nós o trouxemos do hospital para casa dois dias depois e nunca o perdemos de vista. Sou sei pai", declarou.

Há alguns anos, a irmã de Steven forneceu amostras de DNA para uma investigação sobre a morte de um menino encontrado dentro de uma caixa de papelão na Filadélfia, em 1957. Mas a conclusão foi de que não se tratava de Steven.

Jerry Damman, o pai de Steven, contou à rede de televisão americana CNN que nunca perdeu as esperanças de encontrar o filho.

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