Dissidentes cubanos fazem campanha contra retorno de Cuba à OEA

Miami, 18 mai (EFE).- Diversos grupos do exílio cubanos lançaram hoje em Miami uma carta assinada pela dissidência na ilha e dirigida à Organização dos Estados Americanos (OEA) na qual rejeitam a possível inclusão do regime castrista neste organismo.

EFE |

O documento, divulgado em uma conferência pela Assembleia da Resistência, que reúne 54 organizações de dentro e de fora da ilha, pede à OEA que "abra as portas à sociedade civil cubana que luta pela transformação democrática", e não ao regime castrista.

"Cuba não foi afastada da OEA. O regime tirânico é o que foi afastado", explica o documento, assinado por 300 opositores da ilha.

Os dissidentes transferiram a este organismo interamericano a convicção de que o retorno de Cuba constituiria "uma dolorosa contradição", ao sancionar a "normalização plena com essa tirania".

Eles afirmam que isso significaria a "aceitação diplomática do despotismo reinante em nossa ilha", com toda a "dor e sacrifício" que custou eliminar as "ditaduras de nossa América Latina".

"A reinserção do regime totalitário castrista na OEA significaria abrir a porta a todo tipo de despotismo futuro para a região", adverte a carta. EFE emi/db

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