Dirigente do Milan é testemunha em julgamento de fotógrafo italiano

Roma, 7 nov (EFE).- O vice-presidente do Milan, Adriano Galliani, compareceu hoje como testemunha no julgamento do fotógrafo italiano Fabrizio Corona, acusado de extorquir jogadores de futebol e celebridades na Itália.

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Entre as vítimas de chantagem, aparecem nomes como o brasileiro Adriano, da Inter de Milão, e Francesco Totti, capitão da Roma.

No Tribunal de Milão, Galliani disse ter feito um pagamento a Corona para que não fossem divulgadas fotos comprometedoras do meia Francesco Coco, então no Milan, em 2001.

"Um amigo me disse que tinha visto estas fotos e pensei que era interesse do Milan comprá-las, para tirá-las de circulação. Não tive problemas com Corona. Pagamos 36 milhões de liras (18.000 euros) e depois descontamos do salário de Coco", afirmou.

A primeira testemunha a depor hoje foi Matilde Simonetto, assessora de imagem da família Berlusconi. Ela disse que pagou 20.000 euros para evitar a divulgação de fotos de Barbara, filha do primeiro-ministro Silvio Berlusconi, saindo embriagada de uma boate.

EFE ccg/plc

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