Dirigente aposta em medalha brasileira no segundo dia dos Jogos

Rio de Janeiro, 24 jul (EFE) - O presidente da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA), Coaracy Nunes, disse que o Brasil pode conquistar uma medalha logo no segundo dia dos Jogos Olímpicos de Pequim. O dirigente disse hoje que espera um bom resultado do nadador Thiago Pereira na prova dos 400 metros medley individual. As eliminatórias da modalidade estão programadas para 9 de agosto, enquanto a final será realizada no dia seguinte.

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"Eu vejo possibilidade de medalha na prova de 400 metros medley individual. Também temos chances com o Thiago nos 200 metros", disse.

Coaracy também apontou Cesar Cielo e Kaio Márcio como outros fortes candidatos ao pódio na China.

"Tenho que reconhecer que com o Cielo temos boas possibilidades nos 50 e 100 metros, assim como o Kaio nos 100 ou 200 metros", afirmou.

O dirigente lembrou também das representantes do país na maratona aquática. Segundo ele, as brasileiras Poliana Okimoto e Ana Marcela Cunha podem surpreender em Pequim.

"Temos muitas chances na maratona aquática, com a Poliana e a Ana Marcela, que é a número um do Ranking da Federação Internacional de Natação (Fina). Já a Poliana foi a líder no ano passado", disse.

Em relação à confirmação da segunda suspensão pela Fina da nadadora Rebeca Gusmão, Coaracy disse que a "CBDA só tem a lamentar o fato".

"A Fina ter que resolver. A regra diz que com dois dopings um atleta é banido. O laboratório e a regra são da federação internacional. A CBDA é filiada à ela. Se não cumprirmos rigorosamente as normas, há até o risco de punição", disse.

Segundo comunicado divulgado hoje pela CBDA, a entidade recebeu a decisão diretamente da Fina. A suspensão vale a partir do dia 17 de julho.

Rebeca foi pega novamente por testosterona, desta vez num exame feito nos dias 25 e 26 de maio de 2006, no Troféu Brasil de Natação.

Ela já tinha sido suspensa por dois anos pelo resultado positivo para testosterona em um exame realizado no Pan do Rio. Rebeca voltará a recorrer ao Tribunal Arbitral do Esporte (TAS, em francês) para pedir a anulação.

Caso um dos dois casos não seja anulado pela entidade, ela deverá ser banida do esporte pela Fina. EFE dp/plc/rd

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