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Diretor do FBI vai ao Iêmen discutir terrorismo e presos em Guantánamo

Sana, 9 abr (EFE).- O diretor do FBI (a polícia federal americana), Robert Müller, discutiu nesta quarta-feira com o presidente do Iêmen, Ali Abdullah Saleh, sobre a cooperação bilateral na luta antiterrorista e sobre os iemenitas detidos em Guantánamo.

EFE |

Müller chegou hoje a Sana, capital do Iêmen, para uma breve visita não anunciada previamente, que acontece após os recentes atentados, assumidos pela ala iemenita da Al-Qaeda, contra a Embaixada dos Estados Unidos e a um complexo residencial para cidadãos ocidentais, incluindo americanos, em Sana.

Segundo a agência oficial "Saba", Saleh explicou a Müller o plano de seu país para ajudar os iemenitas detidos em Guantánamo a se reincorporarem na sociedade caso sejam repatriados.

As organizações iemenitas pró-direitos humanos afirmam que mais de 100 cidadãos deste país estão detidos na base de Guantánamo.

O Iêmen, um país conservador de natureza tribal e reduto de grupos extremistas vinculados à Al-Qaeda, foi um dos primeiros Estados árabes a anunciar sua cooperação com Washington na luta contra o terrorismo após os atentados de 11 de setembro de 2001 nos EUA.

A Al-Qaeda assumiu a autoria do ataque à embaixada americana em Sana, que acabou atingindo um colégio, ferindo 13 alunos e matando um guarda da delegação diplomática.

No domingo passado, um ataque similar teve como alvo um complexo residencial para cidadãos ocidentais no Bairro Diplomático da capital, sem deixar vítimas.

O atentado mais grave contra interesses dos EUA no Iêmen foi o praticado por um suicida, em 2000, contra o destróier "USS-Cole" no porto de Áden (sul), no qual morreram 17 marinheiros americanos. EFE ja/mac/db

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