Diretor da CIA se defende das críticas

O diretor da CIA, Leon Panetta, defendeu a agência de inteligência americana depois das críticas feitas em função do atentado que tirou a vida de sete membros do grupo e de um agente da inteligência jordaniana no Afeganistão.

AFP |

"Isso jamais foi simples e ninguém ignora os perigos. O indivíduo (o terrorista jordaniano) estava prestes a ser revistado por nossos oficiais de segurança, muito distante do pessoal de inteligência, quando acionou seus explosivos", explicou Panetta em uma carta aberta ao jornal Washignton Post.

"Na agência, encontramos consolo na força e heroísmo de nossos colegas mortos e suas famílias", afirmou ainda, acrescentando que, por outro lado, não encontram consolo nos comentários públicos que sugerem que essas pessoas perderam sua vida por causa de erros e estratégias pobres.

O jordaniano Humam al Balawi se explodiu em 30 de dezembro em uma base da CIA em Khost (leste) e matou sete membros da CIA e um oficial da inteligência jordaniana, no ataque mais violento contra os serviços de inteligência americanos desde 1983.

Balawi era um agente duplo que, além de trabalhar para a CIA como membro dos serviços secretos jordanianos, também pertencia à rede Al-Qaeda.

Era considerado pela inteligência americana uma das melhores fontes sobre a Al-Qaeda, pois possuía informações vitais sobre os altos comandos da Al-Qaeda, inclusive sobre onde estaria Ayman al-Zawahiri, o número dois da rede.

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