Direito das mulheres ao prazer sexual pode virar ato constitucional no Equador

QUITO, Equador - A constituição equatoriana pode ganhar um novo direito inalienável: a busca da felicidade sexual para as mulheres.

AP |

A proposta de um membro do partido de situação criou tumulto na nação socialmente conservadora, onde uma assembléia constituinte está em ação.

Maria Soledd Vela, membro da assembléia pelo partido do presidente Rafael Correa e parte do comitê que definirá os direitos constitucionais fundamentais, afirmou que as mulheres têm sido tratadas como objetos sexuais ou como meras reprodutoras no Equador.

Na segunda-feira, Vela afirmou que o direito ao prazer sexual garantirá que as mulheres possam tomar decisões livres, responsáveis e informadas a respeito de suas vidas sexuais.

Membros do comitê propuseram provisões separadas pelos direitos sexuais e reprodutivos das mulheres, uma alternativa que Vela aprovou.

Leonardo Viteri membro da oposição na assembléia acusou Vela de tentar tornar o orgasmo uma lei, dizendo que isso "não é possível".

"Eu nunca pedi o direito ao orgasmo, apenas o direito ao prazer", respondeu Vela.

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