Diplomata venezuelano é retido por horas na Colômbia

Bogotá, 5 set (EFE).- Um diplomata venezuelano foi retido por várias horas por autoridades colombianas, que alegaram a intenção de protegê-lo de agressões, depois que manifestantes se queixaram de terem sido fotografados por ele durante uma manifestação contra o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, em Bogotá.

EFE |

O diretor do serviço de inteligência de Colômbia (DAS), Felipe Muñoz, disse hoje a jornalistas que o diplomata e sargento Pedro José Carreño, da Força Aérea da Venezuela, foi visto fotografando os participantes do protesto "Não Mais Chávez", na sexta-feira, em Bogotá.

O homem se apresentou como diplomata à Polícia, que o reteve para protegê-lo de possíveis agressões de manifestantes, e o entregou ao DAS.

"Esteve no CAI (quartel policial) de San Diego, depois esteve na Polícia de Bogotá, até que a Direção de Estrangeiros o recolheu e o entregou aos funcionários da embaixada, que confirmaram que se tratava de um funcionário administrativo da Embaixada da Venezuela", disse Muñoz.

Carreño, de 38 anos de idade, foi surpreendido pelos manifestantes, que queriam agredi-lo por fazer imagens e vídeos das marchas contra Chávez, segundo fontes oficiais. EFE fer/pd

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