Diminui número de jornalistas mortos em zonas de conflito

O número de jornalistas mortos durante os sete primeiros meses do ano em zonas de conflito caiu 37% em relação ao mesmo período de 2007, segundo um relatório divulgado nesta quinta-feira pela organização de defesa dos jornalistas Campanha Emblema de Imprensa (PEC).

AFP |

Desde o início do ano, 48 jornalistas perderam a vida enquanto exerciam sua profissão, frente aos 76 que morreram entre janeiro e julho de 2007 (no total 177 durante o ano passado), segundo a PEC, com sede em Genebra.

Em julho, três jornalistas morreram enquanto trabalhavam, um no Camboja, outro no Iraque e outro no Zimbábue (foram cinco em julho de 2007).

"As campanhas das organizações de defesa dos jornalistas começam a dar seus frutos, com o objetivo de que os funcionários dos meios de comunicação, na linha de frente para dar seu testemunho, estejam mais bem protegidos", declarou o presidente da PEC, Hedayat Abdelnabi.

"A queda do número de vítimas ocorre devido à diminuição da intensidade de alguns conflitos como o do Iraque. Embora ainda continue sendo o país mais perigoso, onde dez jornalistas perderam a vida desde janeiro", indicou a PEC.

Depois do Iraque estão México (5 mortos), Paquistão (4), Rússia (2), Índia (2), Colômbia (2), Venezuela (2), Filipinas (2), Afeganistão (2) e Somália (2). Um morto foi registrado em Equador, Panamá, no território palestino de Gaza, Bolívia, Uganda, Honduras, Brasil, Níger, Nepal, Guatemala, Burundi, Sri Lanka, Quênia, Camboja e Zimbábue.

dro/dm

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