Diante da Casa Branca, colombianos pedem libertação dos reféns

Cerca de mil pessoas se concentraram neste domingo em Washington, diante da Casa Branca, para pedir a libertação de 3.000 reféns na Colômbia, como parte de um ato de celebração dos 198 anos de independência do país andino, constatou um jornalista da AFP.

AFP |

Bandeiras colombianas e faixas nas quais podia-se ler "Não mais seqüestros" ou "Liberdade já", começaram a ser elevadas em meio à multidão às 13H00 horas locais (17H00 GMT), coincidindo com outros atos semelhantes em milhares de municípios da Colômbia e em outras 80 cidades do mundo.

"Com toda a determinação, com toda a firmeza (...) continuaremos a tarefa voltada para que todos recuperem a liberdade", expressou o presidente colombiano, Alvaro Uribe, numa gravação divulgada por alto-falantes.

De uma tribuna, foram lidas mensagens enviadas aos colombianos que vivem na capital americana.

"A operação de resgate merece estar nos livros de história", disseram os três americanos libertados na ocasião - Marc Gonsalves, Thomas Howes e Keith Stansell - num texto enviado aos organizadores.

A mãe de Gonsalves, Jo Rosano, fez um breve pronunciamento para agradecer ao governo colombiano, junto do embaixador da Colômbia na Organização dos Estados Americanos, Camilo Ospina, e o secretário-geral da entidade, José Miguel Insulza.

Insulza, vestido de branco como os demais presentes "em sinal de paz", louvou a união dos colombianos num momento como este, para "exigir a libertação dos seqüestrados".

"Não há independência sem liberdade", diziam os presentes.

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