Dezenas de ex-detidos de Guantánamo voltaram a combater: senadora dos EUA

Dezenas de presos libertados de Guantánamo, um terço deles iemenitas, voltaram a combater ao lado dos fundamentalistas, afirmou a senadora americana Dianne Feinstein, que encaminhou pedido ao governo de Barack Obama para cancelar a soltura de detidos nessa base naval dos Estados Unidos, em Cuba.

AFP |

"Se olharmos o Iêmen - e o estamos observando muito atentamente -, o que se vê é, pelo menos 24 ou 28 (casos) confirmados dos que regressaram aos campos de batalha", assegurou a senadora democrata, titular do Comitê de Inteligência da Câmara.

"E há vários suspeitos (de terem voltado a combater)", acrescentou.

"Não acho que a experiência de prisão em Guantánamo sirva para a reabilitação", disse Feinstein, apoiada pelo parlamentar republicano que ocupa função de destaque no Comitê de Inteligência, Peter Hoekstra.

Segundo Hoekstra, "este pessoal libertado regressa ao campo de batalha (...) converte-se em grupo que quer atacar os Estados Unidos. É uma questão de segurança nacional, de segurança interna", enfatizou o senador.

Cento e noventa e oito prisioneiros permanecem no centro de detenção da base naval de Guantánamo, 91 deles de nacionalidade iemenita.

bur-sg/sd

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