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Descoberta origem molecular de forma de distrofia muscular

Uma equipe franco-alemã de pesquisadores descobriu a origem molecular de uma forma de distrofia muscular, um grupo de doenças hereditárias raras caracterizadas por uma degeneração progressiva dos músculos estriados, de acordo com estudos divulgados nesta quarta-feira, nos Estados Unidos.

AFP |

Os cientistas descobriram que as vítimas dessa distrofia não têm uma proteína chamada c-FLIP, necessária ao organismo para impedir uma perda dos tecidos musculares.

Ter como alvo os mecanismos celulares e moleculares responsáveis pela produção dessa proteína deve permitir desenvolver novos tratamentos, capazes de conter a degeneração dos músculos, que caracteriza a distrofia escápulo-humeral, uma forma de distrofia muscular, explicam os pesquisadores, cujo estudo aparece na edição de maio do periódico da Federação Americana de Biologia Experimental, o Faseb Journal.

Segundo os pesquisadores, essa descoberta também pode ter aplicações para o tratamento de outras formas de distrofia muscular, assim como para outras patologias que se caracterizam por uma destruição das fibras musculares após longas imobilizações, ou por causa da idade, principalmente.

De acordo com a Associação Americana de Distrofia Muscular, a distrofia escápulo-humeral pertence a um grupo de perturbações que afetam os músculos voluntários ao redor do quadril e dos ombros.

Essa doença é causada por mutações em pelo menos 15 genes responsáveis pela produção das proteínas necessárias ao funcionamento muscular normal. Com a evolução da doença, as pessoas afetadas podem ficar impossibilitadas de andar, de se levantar de uma cadeira, de se pentear, ou até de se alimentar.

js/tt/LR

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