Delegação colombiana vai aos EUA para discutir acordo militar

PUERTO SALGAR - Uma comissão do governo da Colômbia viajou nesta quarta-feira para Washington com o objetivo de definir o acordo militar com os Estados Unidos, que pode ser fechado neste fim de semana, segundo o general Freddy Padilla, comandante das Forças Militares colombianas.

Redação com EFE |


De acordo com Padilla, participarão das reuniões em Washington integrantes dos ministérios de Interior, Justiça, Relações Exteriores e Defesa. "Se Deus quiser, tudo vai estar fechado neste fim de semana", disse o oficial durante uma visita à base aérea de Palanquero, na região central da Colômbia, uma das sete que os EUA poderão usar após a assinatura do acordo.

O general afirmou que, após fecharem o acordo, EUA e Colômbia entrarão na parte administrativa e redigirão os documentos que os respectivos governos vão assinar.

Washington e Bogotá negociam um acordo para que os EUA utilizem bases colombianas para operações conjuntas de luta contra o tráfico de drogas, antes realizadas a partir da base equatoriana de Manta, cuja concessão não foi renovada por Quito.

Os planos incomodam alguns presidentes da região, entre eles o da Venezuela, Hugo Chávez, para quem o acordo pode "gerar uma guerra na América do Sul".

Devido às críticas, na última semana o presidente colombiano, Álvaro Uribe, foi a sete países latino-americanos, entre eles o Brasil, para dar explicações sobre o acordo a seus chefes de Estado.

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