Defesa pede liberdade de ex-diretor de serviço de inteligência colombiano

Bogotá, 19 ago (EFE).- O advogado de defesa do ex-diretor do DAS (serviço de inteligência da Colômbia) Miguel Maza Márquez, preso desde ontem acusado de ter se envolvido no assassinato do ex-candidato presidencial Luis Carlos Galán, em 1989, pediu hoje a liberdade de seu cliente porque seu crime prescreveu.

EFE |

Maza Márquez, que segundo o advogado Daniel Suárez está "muito abalado", se entregou à Justiça depois que, ontem, a Procuradoria emitiu uma ordem de busca e captura contra ele, pelo crime de homicídio agravado.

A Promotoria, além disso, declarou o crime de Galán como de lesa-humanidade, o que significa que ele não prescreve aos 20 anos, de acordo com a legislação colombiana.

Suárez afirmou que as leis não se podem ser retroativas, pois quando Galán foi assassinado, os crimes de lesa-humanidade não estavam em rigor nos códigos penais, nem na Constituição de 1991.

Segundo o advogado, Maza Márquez "está muito abalado, está muito sentido, mas é um homem sereno e respeita a Justiça". EFE fer/pd

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