Declaração final da Cúpula da UPM pede Oriente Médio livre de armas nucleares

Paris, 13 jul (EFE).- Os 43 países presentes na Cúpula da União pelo Mediterrâneo (UPM), entre eles Israel e Síria, se comprometeram hoje a trabalhar de forma mútua por um Oriente Médio livre de armas de destruição em massa.

EFE |

Na declaração final da cúpula, os líderes da União Européia (UE) e dos países do sul e do leste do Mediterrâneo, além da Mauritânia e da Jordânia, também falaram de "passos práticos" para prevenir a proliferação de armas nucleares, químicas e biológicas.

Os 42 chefes de Estado e de Governo reiteraram seu apoio ao processo de paz israelense-palestino, "de acordo com a reunião Euro-mediterrânea de Lisboa de novembro de 2007 e com o processo de Annapolis (EUA)".

Na versão final não se faz referência a uma "visão de dois Estados, um Israel seguro e um Estado palestino viável, soberano e democrático convivendo em paz e segurança" que constava na minuta.

Os líderes também lembraram que a paz no Oriente Médio requer uma solução global e cumprimentaram a abertura de conversas indiretas entre Síria e Israel com auxílio da Turquia.

A cúpula, co-presidida pelos presidentes francês, Nicolas Sarkozy e egípcio, Hosni Mubarak, para lançar a União pelo Mediterrâneo (UPM), contou com a presença pela primeira vez em uma mesma mesa dos líderes sírio e israelense. EFE ik/rr

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