Nova York, 10 jul (EFE).- O ator David Arquette, protagonista dos filmes da trilogia Pânico, se fechará dentro de uma caixa, na próxima terça-feira, sobre o estádio Madison Square Garden, em Nova York, para arrecadar fundos para combater a fome nos Estados Unidos, informaram hoje os patrocinadores da iniciativa.

O ator de 37 anos, marido de Courteney Cox, uma das protagonistas do seriado "Friends", participará do projeto "Bar Hunger", uma campanha impulsionada pela organização Feeding America e patrocinada pela marca de chocolate Snickers, que tentará ajudar um de cada oito americanos que passam fome no país.

Para chamar a atenção sobre o tema, Arquette se propôs a permanecer dentro de uma caixa de acrílico durante oito horas na terça-feira e pelo mesmo tempo na quarta-feira, na qual poderá comer e de onde narrará sua experiência através das redes sociais "Twitter" e "Facebook".

"Vi de primeira mão o impacto da fome e é por isso que campanhas como 'Bar Hunger' são importantes", comentou Arquette, em comunicado.

"Não podemos fazer isto sozinhos, precisamos educar a todos os americanos sobre o assunto e mobilizá-los para que façam algo", acrescentou.

Seu objetivo é arrecadar US$ 250 mil através de doações, por meio de mensagens de celular ou através da página da Snickers na rede de relacionamento "Facebook", para a organização Feeding America, uma das maiores do país na luta contra a fome nos EUA.

Arquette é presidente do Conselho de Entretenimento desta organização, composta por várias personalidades americanas, como sua esposa, os atores Ben Affleck e Jennifer Aniston e os músicos Ben Harper e Sherryl Crow.

O vice-presidente de comunicações da companhia Mars Snackfood (proprietária da Snickers), Carole Walker, acrescentou que a "Bar Hunger" foi "projetada para atrair a atenção para um desafio muito real da sociedade americana".

Segundo a Feeding America, a campanha surge em um momento no qual está aumentando o número de americanos com risco de passar fome, que se somam aos 36 milhões que já passam pela situação no país, dos quais 13 milhões são crianças. EFE mgl/pd

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